Brasil

Sindicato afirma que áudios com ameaças aos professores é ato de represália política

18 de Setembro de 2017 -Gessica Lopes

 Na manhã desta segunda-feira (18), a equipe de reportagem do portal Bahia no Ar entrou em contato com Sindicato dos Professores de Lauro de Freitas (ASPROLF) para saber como andam as negociações com a prefeitura diante de uma paralisação e ameaça de greve geral.De acordo com Sindicato, as ameaças feitas aos professores na semana passada via WhatsApp  é ato de represália por parte de grupos políticos e não pelos pais de alunos.  "Os pais não fariam isso, nossos professores são a maioria mulheres e senhoras", revelou.Leia a matéria e ouça os áudios.Ainda segundo a categoria, estão sendo solicitados para a prefeitura fraldas que estão em falta nas creches municipais, material escolar e cadeiras. Ou seja as condições de trabalho nas salas de aula precisam de melhorias, é esse os problemas enfrentados pela classe.De acordo com Dayse Macedo, assessora de imprensa, um boletim de ocorrência foi registrado em relação as ameaças recebidas por áudios no WhatsApp e já está nas mãos do presidente do Sindicato Valdir Silva.Hoje o Sindicato está entregando nas Escolas, informativos para os pais dos alunos sobre o ato que será realizado e com detalhes da paralisação.Na manhã desta terça-feira (19) acontece um ato do lado de fora do Centro de Cultura de Portão. No interior do órgão às 9h a prefeita Moema Gramacho recebe a categoria para debater sobre a situação no município. 

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